Esta insistência maltida, que nao dobra, pica,
que não me deixa dormir, nem beber, nem fumar, nem acalmar.
Quero afogá-la num alcool contínuo,
num fumo passivo,
em noites intermináveis,
de brisas afáveis e risos maquiavélicos.
farta de comidas sem sabor,
emoção em comoção,
locomotivas astrais em acção e todas essas tretas,
secas, deslavadas, cravadas na minha pele
amargas que nem fel.
Preciso de um novo ar,
com cheiro a rosas e vinho tinto,
falo sério, não brinco,
quando digo que basta.
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